E a morte liberta
Assim como o escapar do paraíso
A aparência se transforma em instinto
E o que era bonito, volta ainda mais remexido
O giro do mundo parece simples
Até mais cético do que minha consciência por ti
Não sei mais se tudo ainda faz parte de um ciclo
Talvez eu tenha morrido e você ainda sorri pra mim
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Pois é
Você é perfeita pra mim. Pelos menos era até meia hora atrás. O que te fez mudar tanto nesse curto espaço de tempo? Sei lá, talvez uma vida inteira. A gente não escolhe no que vai acreditar, não é mesmo? Ao ouvir essa pergunta afirmativa, você responderia rapidamente. Qual é a sua resposta final? "Pois é"? Mais uma vez?
domingo, 31 de julho de 2011
Again
Basta ligar, chamar, fazer qualquer tipo de contato, e pronto: confusão. Sempre assim? Já chegou a hora disso estacionar, não? Tomara.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Fragmentos
E é assim: quando a palavra se faz ausente, abre-se um espaço para o vazio. É sentida a falta de tudo aquilo que se perdeu. Até mesmo de tudo aquilo que nunca floresceu, mas que sempre esteve por perto.
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Vovó ensina
Moleque escuta
Passagem de ida pro infinito
Não faz medição de culpa
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De repente, um clarão. Pouco depois, com um rápido movimento, estou de volta ao limitado cenário que me rodeia. Os olhos esquecem de olhar com atenção, é como um lampejo de falta-de-razão. Me concentro para alcançar a distração que me faz flutuar. Não lembro como faço para chegar ao ponto de partida. Mas preciso.
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É um passatempo qualquer, um momento esparramado por aí. O tempo passa feito um passeio, como aqueles que ativam a falta de memória. Tudo não passa de uma caminhada só, de um interminável monólogo.
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Vovó ensina
Moleque escuta
Passagem de ida pro infinito
Não faz medição de culpa
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De repente, um clarão. Pouco depois, com um rápido movimento, estou de volta ao limitado cenário que me rodeia. Os olhos esquecem de olhar com atenção, é como um lampejo de falta-de-razão. Me concentro para alcançar a distração que me faz flutuar. Não lembro como faço para chegar ao ponto de partida. Mas preciso.
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É um passatempo qualquer, um momento esparramado por aí. O tempo passa feito um passeio, como aqueles que ativam a falta de memória. Tudo não passa de uma caminhada só, de um interminável monólogo.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
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