terça-feira, 3 de novembro de 2009

Vidas passadas

Já confundo realidade com sonhos
Troco amor por contos
Esqueço do real fazendo planos
Acredito na morte como descanso

Aceito a tristeza latejante
Escondo minha fé como pane
Abaixo a cabeça um instante
Aceito a luz dominante

Perco seu carinho, mas continuo aceitando o vinho
Piso nos seus ombros até alcançar o brilho
Retomo minha vida de redemoinhos

Fujo dos braços que um dia me abraçaram
Olho para trás e desafio o pecado
Apenas me diga onde está o fraco

Um comentário:

Thata Diacronia disse...

nosssaaaaa!!!
Acho que não devia ter lido isso hj =/
Mas parabens!!!

b-joks